Carta 79 – Keynes como Investidor
Descreve e analisa a experiência pessoal de J.M. Keynes como investidor.
Descreve e analisa a experiência pessoal de J.M. Keynes como investidor.
Completa a narrativa da Carta anterior, sobre o nosso investimento em Cielo e Redecard, analisando o ambiente competitivo pós abertura do mercado de credenciamento. Tece considerações sobre contrarianism em investimentos.
Narra nosso investimento em Cielo e Redecard, discutindo a questão regulatória no mercado de credenciamento.
Completa o argumento da Carta anterior, tratando do tema da Competência entre os gestores de investimentos.
Trata do tema da sorte (Fortuna) e de suas influências no nosso cotidiano de investidores.
Ilustra a discussão do ‘curtoprazismo’ e seus efeitos sobre o nosso cotidiano de investidores de longo prazo.
Busca explicações para a predominância de comportamentos ‘curtoprazistas’ entre investidores e demais participantes do mercado.
Descreve o modelo inglês de regulação de takeover, compara com o americano e aponta algumas reflexões para o caso brasileiro.
Investiga as razões para o viés pró management da regulação de takeovers nos Estados Unidos.
Estende a análise da Carta anterior, sobre o mercado de crédito no Brasil, e atualiza nosso investimento no Itaú Unibanco.